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Animais nossos amigos

O LIVRO

Da autoria do poeta e pedagogo Afonso Lopes Vieira, Animais Nossos Amigos é um clássico para crianças esgotado há muito tempo que constitui um marco da literatura portuguesa para a infância.
Integrando o Plano Nacional de Leitura, o livro consta de um conjunto de poemas didácticos sobre animais (cão, gato, burro, bois, abelhas, passarinhos, etc.), vincando a sua ligação à vida rural e urbana e ao Homem. O seu texto caracteriza-se pelo uso da rima, diferentes figuras de estilo e paralelismos estruturais e sonoros, tornando-o bastante recomendável para crianças entre os 4 e os 12 anos. 
 

AFONSO LOPES VIEIRA

Nasceu em Leiria, em 1878. Poeta e ficcionista, estudou Direito na Universidade de Coimbra e foi redator da Câmara dos Deputados. Integrado no movimento cultural Renascença Portuguesa, do qual faziam parte Teixeira de Pascoaes ou Leonardo Coimbra, colaborou em algumas das mais prestigiadas publicações da época, como A ÁguiaNação Portuguesa ou Contemporânea.

Autor de uma vastíssima obra que abrange diversas áreas, a edição de Para Quê?, em 1898, assinala a estreia literária de uma das mais ecléticas figuras da cultura portuguesa da primeira metade do século XX. Cativado também pelo cinema ou pela fotografia, a literatura foi, no entanto, a arte a que mais se dedicou. Entre as muitas dezenas de títulos publicados, que trouxeram justo reconhecimento ao autor, a literatura infantil foi uma das áreas privilegiadas, merecendo particular destaque Animais Nossos Amigos, que agora se reedita.

 

DINA SACHSE (ILUSTRAÇÕES)

Vila Nova de Gaia, 1979. Licenciada em Design de Comunicação. Vencedora do Prémio Melhor Ilustração Original do «Concurso Lusófono da Trofa Prémio Matilde Rosa Araújo 2017» e do concurso «Ilustra_Futuro ETIC 2010», destacou-se com uma Nomeação no «Hiii Illustration 2019 International Competition», concurso em que já recebera um Merit Award na edição anterior, na China.

Finalista de vários encontros internacionais, como «Bienal de Ilustração de Guimarães», «Encontro Internacional de Ilustração de S. João da Madeira» ou «14º PortoCartoon World Festival», foi ainda nomeada no «Vera World Fine Art Festival» e convidada a expor no «Salon Art Shopping, Carrousel du Louvre», em Paris. Participou em vários festivais literários, integrou o elenco de artistas da 11ª edição do livro International Contemporary Masters publicado a convite da World Wide Art Books, em Santa Barbara, EUA. Autora ou coautora de vários livros, participa regularmente em exposições coletivas e individuais de ilustração, pintura e escultura.

Reedição de um clássico da literatura infantil com imagens da premiada ilustradora Dina Sachse.

Hitler e Salazar - Comércio em tempos de guerra

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O LIVRO

Mais de oitenta anos depois da Segunda Grande Guerra, continuam a não estar ainda completamente esclarecidas e a suscitar muitas dúvidas as relações económicas entre Portugal e alguns países que participaram no conflito.

Nesta obra, de forma amplamente documentada, António Louçã prova que a máquina de guerra hitleriana beneficiou quase até ao fim de fornecimento do volfrâmio nacional, tendo Portugal, em contrapartida, recebido armamento alemão e quantidades de ouro só excedidas pelas entregues à Suíça, ouro esse de que a Alemanha se apoderara ilegalmente à medida que ia conquistando novos territórios e extorquindo e matando muitos dos seus cidadãos.

No nosso caso, verificou-se uma estreita e intensa colaboração com a economia de guerra alemã, reveladora de uma comunhão de interesses, pessoais e ao mais alto nível do Estado, feita de jogos de sombra, de solidariedades políticas e de métodos ilegais, cuja denúncia fazem desta obra uma leitura obrigatória para conhecer melhor a história de Portugal.

ANTÓNIO LOUÇÃ

 

Publicou em 1996 o primeiro artigo saído na imprensa sobre o papel importante que o Banco de Portugal tinha desempenhado na receptação do ouro nazi. Daí em diante, participou em diversas conferências internacionais sobre o tema e publicou numerosos artigos na imprensa ou em revistas científicas, na Alemanha, Estados Unidos, Hungria, Israel, Polónia, Portugal e Suíça.

Sobre o ouro nazi, foi em 1997 coautor, com o jornalista Rui Araújo, da grande reportagem “A Guerra do Ouro”. Publicou vários livros sobre este e sobre temas conexos, nomeadamente o tráfico de armamento e de divisas em Portugal nos anos do nazismo.

Mais recentemente publicou também a biografia de Varela Gomes Que outros triunfem onde nós fomos vencidos. É jornalista da redacção online da RTP.

A obra de António Louçã é uma contribuição de decisiva importância para a história económica europeia. O livro está escrito de forma brilhante. O leitor não esquece nem por um momento que, por trás das estatísticas, dos saldos e dos custos de transportes, se encontram pessoas.

Jean Ziegler, prefácio à edição alemã

A Noite dos Heróis

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O LIVRO

No Regimento da Pontinha, o major Otelo Sarava de Carvalho recorda a intentona de 16 de Março de 1974; em Monsanto, o capitão Sousa e Castro aguarda a senha que confirmará o início da operação militar; em Ponta Delgada, Vasco Lourenço recorda os acontecimentos que antecederam o grande dia; em Santarém, Salgueiro Maia dá ordem de marcha à coluna militar para avançar sobre a capital.

Este romance reconstrói os preparativos de um grupo de militares que, em segredo, conspira para pôr fim a um anacrónico regime político. Quais os planos de acção e como foram aplicados, como foram vividos os momentos de tensão e de ansiedade, mas também de profunda esperança, à medida que a conspiração ia ganhando forma?

Obra de ficção resultante de uma profunda pesquisa histórica e de inúmeras conversas do autor com alguns dos principais actores da Revolução de Abril, A Noite dos Heróis é um extraordinário retrato dos momentos que antecederam o dia que devolveu a liberdade a Portugal.

PAULO MATIAS

Apesar de ter escolhido a ciência como profissão, às letras sempre lhes encontrou um certo encanto, porque formam palavras, e com estas consegue dizer o que precisa. Depois, quando tem coragem, dá-as para serem lidas e ganharem vida, como aconteceu com Alma Danada, romance satírico editado em 2018. Quando não, guarda-as na gaveta mais funda.

Engenheiro de profissão, foi professor, formador, analista de sistemas, projectista e gestor. Habituado a trabalhar com os números, decidiu arrumar as palavras em frases e com elas encher as páginas deste livro, que nasceu de conversas com as principais figuras do 25 de Abril.

Dispersa por toda a parte, uma conspiração vai aumentando para criar um país novo…

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Lisboa - Indo e Vindo

O LIVRO

Lisboa – Indo e Vindo é um elogio da autora à cidade em que nasceu. A partir de um bairro, de uma lenda, de um acontecimento, reconstrói ambiente perdidos e recupera histórias que o tempo não apagou. Assim, assistimos aos passeios de Isabel de Aragão pelos campos de Alvalade ou às aulas da Esfera no antigo Colégio de Santo Antão, ficamos a conhecer a história do famoso poço do bispo ou recordamos a obra de Duarte Pacheco na cidade.

São também crónicas em que o rio Tejo está presente, sempre, tal como o bulício dos cafés históricos, das idas ao Jardim Zoológico da nossa infância ou das ruas com gente que passeia ou corre por uma cidade com uma luminosidade singular.

Com um característico e original estilo, Filomena Marona Beja presta nesta obra um tributo literário maior a uma cidade múltipla, secular, cosmopolita, e, sobretudo, com muitas histórias ainda por contar – Lisboa.

FILOMENA MARONA BEJA

Filomena Marona Beja nasceu em Lisboa, a 9 de Junho de 1944. Depois de frequentar o Lycée Français Charles Lepierre e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, desenvolveu a sua actividade profissional na área da documentação técnico-científica.

O romance As Cidadãs, editado em 1998, constituiu a sua estreia literária, a que se seguiram, no mesmo género, Betânia e A Sopa (obra galardoada com o Grande Prémio de Literatura dst em 2006), A Duração dos Crepúsculos, A Cova do Lagarto (Grande Prémio de Romance e Novela da APE/DGLB), O Eléctrico 16, Bute Daí, Zé, Um Rasto de Alfazema, Avenida do Príncipe Perfeito e Barcas Novas Levam Guerra.

É ainda autora dos livros de contos Histórias Vindas a Conto, De Volta (Aos Contos), Histórias de Liberdade e Outras e do conjunto de novelas Franceses, Marinheiros e Republicanos…, tendo igualmente participado nas antologias Histórias em Língua Portuguesa, Uma Casota entre o Muro e o Limoeiro, Uma Terra Prometida: Contos de Refugiados e De la Saudade a la Magua, editado em Espanha.

A escrita de Filomena Marona Beja possui o condão de encantar, tornando a leitura num fervoroso prazer estético.

Miguel Real

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Lisboa Árabe

O LIVRO

Os árabes… Desde o século VIII que a sua presença se fez sempre sentir entre nós. Primeiro, como conquistadores e senhores; depois, como vizinhos; mais tarde, como gente apenas tolerada ou perseguida; e por fim, como cidadãos de direito pleno.

As ruas de Lisboa têm a sua marca oculta em muitos cantos, que este livro nos convida a desvendar. Uma marca que, tantas vezes de forma inesperada, ainda hoje vislumbramos num troço de muralha, da dolência de um fado, numa casa da Mouraria ou de Alfama, no sabor de um petisco.

Esta é a história multissecular dos árabes de Lisboa e em Lisboa, uma história rica e nobre, tantas vezes olvidada e tantas vezes diminuída, mas que se reergue sempre, nesta cidade que preza o seu passado e o seu património. Esta é uma história de Lisboa…

SÉRGIO LUÍS DE CARVALHO

Lisboa, 1959. É licenciado e mestre em História. É autor de várias dezenas de títulos no âmbito da ficção histórica, da investigação histórica e da literatura histórica infantojuvenil. O presente título é fruto de cerca de vários anos de investigação.

Alguns dos seus livros de ficção estão traduzidos em França, Itália e Espanha (em galego e castelhano). Nos Estados Unidos foi recentemente publicada uma sua História de Portugal para crianças, sendo a primeira vez que uma obra deste teor foi traduzida para inglês.

Foi já galardoado com um prémio literário nacional (Prémio Ferreira de Castro), tendo sido ainda finalista de prémios literários europeus (Prémio Jean Monnet, em Cognac, e Prémio Amphi, em Lille). Além de autor, é docente de História e museólogo.

Viagem maravilhosa por uma cidade de tolerância e liberdade, este livro é um convite para percorrer treze séculos de presença árabe em Lisboa.»

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Os nossos livros

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