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Histórias de Liberdade e Outras

O LIVRO

Histórias de Liberdade e Outras marca o regresso da autora ao conto, uma área de escrita que revisita regularmente e na qual se move com particular maestria. Neste livro, apesar de serem muitos e diversos os temas que dão forma às suas histórias, a liberdade constitui um traço comum à generalidade dos contos. Esse poder, ou essa emancipação, confere assim aos protagonistas a coragem de não resistir à urgência do amor («Correio para o Corvo»), de persistir perante as adversidades («Circum-navegar»), o direito a uma nova oportunidade («Há quanto, quanto tempo!»), de contrariar preceitos sociais («Eu não sei como te chamas») ou, no limite, a liberdade de decidir sobre a própria vida («Desengano»). Desta forma, Filomena Marona Beja alia a diversidade temática à qualidade literária e à singularidade narrativa que a distinguiram, fazendo de Histórias de Liberdade e Outras uma extraordinária obra de ficção de uma das mais originais vozes da literatura portuguesa actual.

FILOMENA MARONA BEJA

Filomena Marona Beja nasceu em Lisboa, a 9 de Junho de 1944. Depois de frequentar o Lycée Français Charles Lepierre e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, desenvolveu a sua actividade profissional na área da documentação técnico-científica.

É autora de, entre outras obras, As Cidadãs, Betânia, A Sopa (Grande Prémio de Literatura dst), A Cova do Lagarto (Grande Prémio de Romance e Novela da APE/DGLB), Um Rasto de Alfazema, Avenida do Príncipe Perfeito e Barcas Novas Levam Guerra.

É ainda autora de vários livros de contos, tendo igualmente participado nas antologias Histórias em Língua Portuguesa, Uma Casota entre o Muro e o Limoeiro, Uma Terra Prometida: Contos de Refugiados e De la Saudade a la Magua, editado em Espanha.

COM O SEU ESTILO ÚNICO, ESTAS HISTÓRIAS ESPREITAM PELAS FENDAS DO MUNDO, MOSTRANDO-NOS GESTOS DE LIBERTAÇÃO, FÁBULAS SUBTIS E BRILHOS INESPERADOS DAS VIDAS NORMAIS.

José Mário Silva

Pensar a Utopia, Transformar a Realidade

O LIVRO

De crise em crise, a economia liberal parece ter conquistado a hegemonia absoluta e o capitalismo parece consolidar-se pelos quatro cantos do mundo. No seu constante movimento de acumulação, o capital conquista espaço, enquanto cresce a desigualdade global, aumentam os conflitos armados e a destruição ambiental e climática ameaça a sobrevivência da espécie humana. Pessimista por circunstância, a análise global deixa geralmente de fora muitos dos aspetos que também caracterizam este tempo. Sob o olhar da antropologia, esta obra dá a conhecer processos, projetos e experiências que resistem a esta hegemonia e que transportam consigo a força emancipadora das utopias reinventadas com os instrumentos da atualidade.

Resultado do trabalho de campo realizado na cidade do Porto e nos Altos Pirenéus de Aragão, Pensar a Utopia, Transformar a Realidade é o testemunho de que é na disputa desses mundos que se podem encontrar as práticas de rebeldia e da imaginação – poderosos sinais para a esperança tornada concreta.

JOÃO CARLOS LOUÇÃ

Antropólogo e investigador no Instituto de História Contemporânea (FCSH/UNL). Como investigador, estudou a relação entre o trabalho forçado nas colónias africanas e a revolução portuguesa, que esteve na base de “African Forced Labour and Anti-colonial Struggles in the Portuguese Revolution”, e as condições de trabalho e resistência nas centrais de atendimento, que deu origem ao livro Call Centers: Trabalho, Dominação, Resistências. Colaborou igualmente na obra Entre Outubro e Abril – Estudos sobre Trabalho, Revoluções e Movimentos Sociais no Século XX com o capítulo “A utopia concreta de Gonçalves Correia: percurso e contexto de um anarquista alentejano singular”).

O LIVRO

Segregação. Perseguição. Integração. É em torno destas três palavras que se construiu a história dos judeus em Portugal e em Lisboa. Uma história feita de momentos muito diversos e de acontecimentos bastante desconformes, desde as épocas de dor e angústia, até aos dias de solidariedade e de celebração.

Neste livro iremos narrar essas histórias em três grandes épocas: a Idade Média, a Época Moderna e a Contemporaneidade. Iremos percorrer os locais mais marcantes, referir os acontecimentos mais importantes, falar de homens e de mulheres que nesta cidade viveram, sobreviveram, prosperaram ou pereceram.

Lisboa Judaica conta uma história feita de gentes, de testemunhos, de património e de regras. Uma longa história que vem até aos nossos dias – e que pode ser também um alerta contra a intolerância. Uma história muito nossa, afinal.

SÉRGIO LUÍS DE CARVALHO

Sérgio Luís de Carvalho (Lisboa, 1959) é licenciado e mestre em História. É autor de várias dezenas de títulos no âmbito da ficção histórica, da investigação histórica e da literatura histórica infantojuvenil. O presente título é a sua obra mais recente, fruto de vários anos de investigação.

Alguns dos seus livros de ficção estão traduzidos em França, Itália e Espanha (em galego e castelhano). Nos Estados Unidos, foi recentemente publicada uma sua História de Portugal para crianças, sendo a primeira vez que uma obra deste teor é traduzida para inglês.

Foi galardoado com o Prémio Ferreira de Castro, tendo sido ainda finalista do Prémio Jean Monnet e do Prémio Amphi, ambos de França.

Além de autor, é docente de História.

UM ROTEIRO DE GENTES, DE DOR E DE RESISTÊNCIA, DE PATRIMÓNIO, DE LUZES E DE PENUMBRA, QUE AJUDARAM A CONSTRUIR A CAPITAL DO NOSSO PAÍS. ESTA É A HISTÓRIA DOS JUDEUS EM LISBOA, DESDE A IDADE MÉDIA ATÉ AOS NOSSOS DIAS, PASSANDO PELO TEMPO DOS DESCOBRIMENTOS

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A Moura e o Príncipe